Julgando um livro pela capa: o que a mídia quer ver na capa de um livro?

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A editora americana de autopublicação BookBaby arrasa em artigos. Isso é fato. Novamente, achei um artigo deles super legal sobre capas de livros, e achei interessante compartilhar com vocês. Veja só:

Uma checklist para as capas de seus livros.

Todos os dias autores buscam uma forma de divulgar seus livros, fazê-los chegar a grandes canais da mídia tradicional ou digital. Para decidir se o livro tem chance de prender a atenção da mídia de uma maneira positiva, além do conteúdo do livro, também são analisados alguns fatores na capa do livro.

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Escrever agora para revisar daqui a uma década

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(Ok. Uma década foi um exagero. Mas é mais ou menos assim que as coisas funcionam.)

O negócio é o seguinte: todo escritor precisa revisar o seu livro antes de simplesmente publicá-lo. Não apenas revisão ortográfica/gramatical para corrigir os “com a” que estão escritos “coma”, colocar acentos, ajeitar aquela vírgula; mas fazer a revisão da história. Ver o que pode ser melhorado, o que seria legal ser alterado, o que seria melhor se for retirado. Revisar a história no intuito de melhorá-la. O problema é que você não pode simplesmente parar tudo o que está fazendo e revisar quando você acabou de terminar de escrevê-lo.

Revisar um livro logo que se terminou de escrevê-lo, é como tentar rechear um cupcake após ter tirado ele do forno: a massa ainda está quente, está molenga, você vai cortar e ela vai se desfazer e vai dar em uma bela merda. Sendo que qualquer recheio que você colocar lá não vai durar cinco segundos, porque de tão quente que a massa está, ele vai se perder todinho.

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“Fim” que não é fim: aquele livro que deveria ter terminado lá, mas que você sente que não terminou

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Escrever Demoníaco foi realmente demoníaco para mim. Tanto por ser a primeira coisa que escrevi “sério” e “para valer”, quanto por ser o primeiro livro que finalizei. E também, de quebra, foi o primeiro livro que, além de eu finalizar, eu pensei: ok, ele vai acabar assim mesmo. Não vai ter continuação. Vou deixar o final aberto.

Só que teve continuação. Por mais que não estivesse nos planos, parece que a história não foi contada inteiramente, e logo depois que coloquei o “fim”, já comecei a digitar “parte 2” e escrevendo o que hoje é o segundo volume (ainda não publicado, inclusive). Sem falar que temos um terceiro a caminho também (acho que consegui me lembrar da ideia do terceiro que anotei na nota fiscal e perdi; mas veremos como isso vai ser).

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Editora vs. Gráfica: qual é a ideal?

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Quando alguns autores optam por publicar seu livro de maneira independente, a maior — e mais comum — questão que surge é: publicar por editora ou por uma gráfica?

É uma dúvida que surge muito facilmente tanto em questão de comodidade — a gráfica às vezes pode ser na esquina da sua rua, enquanto a editora pode ser a três dias de viagem de onde você mora — quanto em questão de “financeiro”. A gráfica às vezes pode ser mais barata que a editora, ou vice-versa.

Neste artigo, vou expor alguns pontos que existem grandes diferenças entre as duas e ajudar você a ver qual das duas é melhor para a sua publicação, focando nas editoras que cobram para publicar.

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Dicas para permanecer focado na sua história

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Você tem um novo projeto. Passou alguns meses planejando ele, pesquisou bastante e resolveu que era o momento certo para escrever. Você vai lá, escreve, escreve, escreve — deixa de lado aquele botequinho com os amigos no sábado à noite, passa mais tempo em casa do que na rua, escreve até os dedos cansarem e os olhos começarem a pesar e se acostuma a dormir mais tarde do que o normal porque você se sente mais produtivo durante a noite. Aí você cheia no meio da história e, de repente, você não se sente mais empolgado em escrever esta história, porque assistiu a um filme com uma temática totalmente diferente e agora quer escrever algo naquela linha. Aí você perde totalmente o foco na história na qual estava trabalhando.

É uma história que eu estou acostumada a presenciar e até mesmo passar por. Já não consigo mais contar nos dedos todas as vezes em que eu estava super empolgada em escrever algo e de repente eu quero escrever outra coisa, totalmente diferente daquilo e nunca mais consigo me focar. Mas há pouco tempo eu descobri uma fórmula muito legal que me ajuda a me manter focada enquanto eu escrevo e faz com que eu consiga terminar sem me sabotar com outras novas histórias. Veja as dicas para se manter focado enquanto você escreve seu livro:

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Poetizando o que deveria ser simples

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“Mas que belas indumentárias podálicas tu usas! Estarias disposta ao ato do coito?”

Corta pra mim! Você entendeu isso? Sim? Não? Porque eu, de primeira, não entendi. Só depois que isso é apenas uma poetização da famosa cantada “Bonito sapato! Quer transar?”. Aí eu te pergunto: qual a necessidade disso?

Brincadeiras à parte, mas nesse post eu quero falar sobre algo que tenho visto com muita frequência e que tem deixado eu e a vários leitores confusos, zonzos e vesgos: o floreio, a poetização e a “aureliolização” do que deveria ser, nada mais, nada menos, do que simples.

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Na sua história, você pode tudo: sobre a cagação de regra na literatura

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Se tem uma coisa que me deixa louca é cagação de regra. Cagação de regra no que eu quero fazer da minha vida, cagação de regra sobre o que eu visto ou deixo de vestir, cagação de regra sobre o que faço ou não com meu útero, cagação de regra sobre o que eu faço ou deixo de fazer entre quatro paredes com alguém, cagação de regra no que eu escrevo…

Cagação de regra em si é algo insuportável de se aturar e muitas vezes quem vem se bancar o fiscal da minha vida eu mando dar uma voltinha com uma passagem só de ida para a Puta que Pariu com direito a visita ao ponto turístico com entrada para a Merda.

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Porque você deve pesquisar muito antes de escrever seu livro

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Você já pegou aquele livro que, apesar de ter uma boa premissa, um enredo interessante, a narrativa dele está cheia de falhas? Há furos no enredo, no cenário — trabalhado em um lugar já existente —, nos costumes, até mesmo nos personagens. A construção dele está uma bagunça. As informações das cidade não batem, a história está confusa e parece que o autor faltou algumas aulas de história, geografia e biologia. Ou todas. Vai saber, talvez ele nunca tenha comparecido a nenhuma dessas aulas.

Isso acontece quando o autor começa a escrever o livro sem ter uma base de pesquisa antes; sem ter visto como era o cenário onde ele adaptaria a história, sem ter visto o tipo de vida animal na qual ele irá mostrar bastante presença (sejam reais ou mitológicos), dentre outros fatores que mostram que a construção da história está um verdadeiro caos e totalmente fora da realidade.

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O maior problema dos escritores: a preguiça

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Hoje é dia de dar chicotada em escritores. Não dar chicotada pela história ruim ou mal escrita (dá vontade, mas), ou pelo modo como são grosseiros com os leitores, ou por se acharem os Reis do Português. Mas, sim, pela puta falta de fazer qualquer coisa do livro deles; em outras palavras, a famosa preguiça.

Sim, senhoras e senhores. A preguiça é e não é a melhor amiga do escritor. É e não é seu braço direito. É e não é a sua amante. A preguiça não tem gênero, cor, idade ou preferência. A preguiça é aquela que pega, agarra e vive nas costas de todo mundo e ninguém se importa — até porque preguiça é uma coisa que infelizmente não tem cura.

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Como lidar com uma cacetada de ideias

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Sugestão de Tsuki Dias.

Cacetada: é uma palavra feia, mas ao mesmo tempo engraçada, não é? Pois é. Mas acredito que não tenha outra palavra melhor que se encaixa nessa situação: a de você estar escrevendo um livro, e de repente, aparecem centenas de ideias — cacetadas de ideias. E elas ficam lá, te aporrinhando, pedindo atenção, querendo ser escritas e fazendo propostas políticas de que elas vão mudar sua vida, de que você vai ter sucesso com elas, que você finalmente vai sair da sarjeta literária e outras coisas que, às vezes, você fica com o pé atrás de colocá-las em prática.

Eu sofro desse problema de cacetada de ideias. Para alguns, ter várias ideias é um privilégio — você nunca vai parar de escrever, nunca vai abandonar a carreira de escritor por não ter mais nada de novo para escrever, nunca vai ficar sem escrever e sempre terá oportunidades. Mas, para outros, é um filme de terror. Ter centenas de ideias mais atrapalha do que ajuda, afinal, algumas parecem, à primeira vista, serem tão boas que você fica se coçando e passando dia e noite em querer escrevê-las.

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