Meus livros: “Harvard”, a inspiração

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Minha bagagem com comédias românticas é tão ridiculamente grande, que não sei como ainda não tive um surto por não achar o cara perfeito em uma história como a de algum filme ou livro que li.

Mas um dia chegaremos lá.

A história

A inspiração para escrever Harvard veio rapidamente: eu estava há muito tempo empacada em um livro de drama, e outro sobrenatural, e eu queria escrever algo novo; eu não só queria, mas eu precisava escrever algo novo, se não aí sim eu teria cinco tipos de ataque. Com isso, decidida de que iria escrever esta história, revirei todo o meu “arquivo” mental de comédias românticas, e coloquei meus anos escrevendo chick-lit e meus diários em prática. A ideia era tornar a narrativa leve, fluída e divertida, apesar de ser em terceira pessoa.

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Personagens inspirados em pessoas que você conhece: talvez não seja uma boa ideia

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Muitas vezes eu vi autores dizendo que X personagem foi inspirado em alguém que ele conhece: sua amiga, seu amigo, sua mãe, seu irmão, sua ex-namorada — geralmente é aquela que morre na história da maneira mais bruta possível —, e afins. Alguns acham isso o máximo, de criar um personagem totalmente baseado em alguém que você conhece; considera isso como uma homenagem para a pessoa. Mas, ao mesmo tempo em que vejo autores dizendo que isso serve de homenagem, também vejo alguns autores ou até mesmo as pessoas que serviram de fonte de inspiração se sentindo ofendidas.

Eu, particularmente, não sou adepta dessa prática. Tento ao máximo criar meus personagens sem me inspirar em ninguém de verdade — talvez em um ponto ou outro da personalidade ou atitude, mas nunca em pegar tudo da pessoa que conheço, muitas vezes contando até mesmo com a característica.

O problema de você escrever um personagem totalmente inspirado em alguém que você conhece, é, de maneira óbvia, você fazer isso errado.

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