Meus livros: “Harvard”, a ideia

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Eu sempre gostei de comédias românticas, e eu soube a partir do momento que comecei a escrever Harvard, que ela seria uma. A princípio, eu queria escrever um romance, e não um conto, mas a ideia morria diretamente no final e eu não conseguia prolongar isso, por mais que quisesse; e se esse meu conto precisasse morrer como um herói, então assim seria. No final das contas, resolvi montar um livro de vários contos de um mesmo tema (nesse caso, dia dos namorados) e colocar Harvard lá.

Deu que terminei Harvard antes dos outros, e gostei tanto do resultado que não consegui segurar a publicação dele.

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Como lidar com uma cacetada de ideias

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Sugestão de Tsuki Dias.

Cacetada: é uma palavra feia, mas ao mesmo tempo engraçada, não é? Pois é. Mas acredito que não tenha outra palavra melhor que se encaixa nessa situação: a de você estar escrevendo um livro, e de repente, aparecem centenas de ideias — cacetadas de ideias. E elas ficam lá, te aporrinhando, pedindo atenção, querendo ser escritas e fazendo propostas políticas de que elas vão mudar sua vida, de que você vai ter sucesso com elas, que você finalmente vai sair da sarjeta literária e outras coisas que, às vezes, você fica com o pé atrás de colocá-las em prática.

Eu sofro desse problema de cacetada de ideias. Para alguns, ter várias ideias é um privilégio — você nunca vai parar de escrever, nunca vai abandonar a carreira de escritor por não ter mais nada de novo para escrever, nunca vai ficar sem escrever e sempre terá oportunidades. Mas, para outros, é um filme de terror. Ter centenas de ideias mais atrapalha do que ajuda, afinal, algumas parecem, à primeira vista, serem tão boas que você fica se coçando e passando dia e noite em querer escrevê-las.

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Personagens inspirados em pessoas que você conhece: talvez não seja uma boa ideia

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Muitas vezes eu vi autores dizendo que X personagem foi inspirado em alguém que ele conhece: sua amiga, seu amigo, sua mãe, seu irmão, sua ex-namorada — geralmente é aquela que morre na história da maneira mais bruta possível —, e afins. Alguns acham isso o máximo, de criar um personagem totalmente baseado em alguém que você conhece; considera isso como uma homenagem para a pessoa. Mas, ao mesmo tempo em que vejo autores dizendo que isso serve de homenagem, também vejo alguns autores ou até mesmo as pessoas que serviram de fonte de inspiração se sentindo ofendidas.

Eu, particularmente, não sou adepta dessa prática. Tento ao máximo criar meus personagens sem me inspirar em ninguém de verdade — talvez em um ponto ou outro da personalidade ou atitude, mas nunca em pegar tudo da pessoa que conheço, muitas vezes contando até mesmo com a característica.

O problema de você escrever um personagem totalmente inspirado em alguém que você conhece, é, de maneira óbvia, você fazer isso errado.

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