Porque os autores nunca devem comentar em críticas negativas sobre seus livros

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Meu chefe me enviou este artigo sensacional por e-mail, dizendo que era um texto interessante sobre críticas negativas. Às vezes temos uma fase na empresa em que ninguém consegue aceitar uma rejeição, correção ou recusa de alguma ideia, e quando isso acontece ele sempre nos envia algo como “chora mais” e “aceita que dói menos”, e acredito que talvez tenha sido o caso quando ele me enviou este post — ou talvez não, vai saber. Só sei que eu achei esse artigo sensacional.

Não sou a rainha da tradução, mas ao traduzir por conta própria (e não recorrer à Ana do Quase Mineira, que sempre traduz os posts para o blog da Bookess quando necessário), apelando entre para o que eu sei de inglês e para um Google Tradutor, eu espero não ter deixado nada muito confuso. No final do texto, você consegue conferir o link para a fonte e ler o texto original em inglês, caso prefira. Então, vamos lá:

Você escreveu um livro. O livro foi publicado. Seu agente disse que nunca leu um livro como esse. O seu editor disse que sua voz é inteiramente original. As citações de celebridades na capa do seu livro reforçam essa sensação de brilho intocável. As primeiras cinquenta críticas da Amazon têm inundado na indústria de pessoas que são incentivadas a exibir bondade… Mas todas essas opiniões são inerentemente tendenciosas.

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Escrever agora para revisar daqui a uma década

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(Ok. Uma década foi um exagero. Mas é mais ou menos assim que as coisas funcionam.)

O negócio é o seguinte: todo escritor precisa revisar o seu livro antes de simplesmente publicá-lo. Não apenas revisão ortográfica/gramatical para corrigir os “com a” que estão escritos “coma”, colocar acentos, ajeitar aquela vírgula; mas fazer a revisão da história. Ver o que pode ser melhorado, o que seria legal ser alterado, o que seria melhor se for retirado. Revisar a história no intuito de melhorá-la. O problema é que você não pode simplesmente parar tudo o que está fazendo e revisar quando você acabou de terminar de escrevê-lo.

Revisar um livro logo que se terminou de escrevê-lo, é como tentar rechear um cupcake após ter tirado ele do forno: a massa ainda está quente, está molenga, você vai cortar e ela vai se desfazer e vai dar em uma bela merda. Sendo que qualquer recheio que você colocar lá não vai durar cinco segundos, porque de tão quente que a massa está, ele vai se perder todinho.

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Editora vs. Gráfica: qual é a ideal?

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Quando alguns autores optam por publicar seu livro de maneira independente, a maior — e mais comum — questão que surge é: publicar por editora ou por uma gráfica?

É uma dúvida que surge muito facilmente tanto em questão de comodidade — a gráfica às vezes pode ser na esquina da sua rua, enquanto a editora pode ser a três dias de viagem de onde você mora — quanto em questão de “financeiro”. A gráfica às vezes pode ser mais barata que a editora, ou vice-versa.

Neste artigo, vou expor alguns pontos que existem grandes diferenças entre as duas e ajudar você a ver qual das duas é melhor para a sua publicação, focando nas editoras que cobram para publicar.

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7 dicas para escrever um romance

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Na vibe de dia dos namorados chegando, empresa querendo uma ação legal e eu empolgada porque vivo em uma relação de amor e ódio com essa data, acabei encontrando esse texto com 7 dicas para escrever um romance (romântico!) e achei muito interessante. Dá uma olhadinha aí!

Essa matéria é de 2012, então algumas informações podem estar meio fora ‘da nossa época’, só para constar.

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Você sabe escrever para jovens?

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Em sua essência, livros juvenis são para e sobre adolescentes e pré-adolescentes, geralmente entre 12 e 18 anos. Entretanto, mais da metade dos livros juvenis vendidos são comprados por maiores de 18 anos.

Muitos autores de sucesso dizem que não há segredo em escrever para adolescentes. Um bom texto é um bom texto; personagens críveis e histórias interessantes são cruciais, independente de quem seja seu público. Mas alguns autores de livros juvenis também dirão que tem algo particularmente satisfatório em escrever para adolescentes: eles frequentemente respondem com mais intensidade que os adultos às histórias com as quais se identificam.

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30 dicas para escrever bem

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Eu estive procurando algumas dicas sobre escrever para compartilhar aqui no blog, uma vez que meu tempo para os artigos que costumo escrever está meio escasso. Achei esse post do Canal do Ensino bem legal e resolvi compartilhar com vocês. As dicas são claras, simples e bastante divertidas. Espero que gostem!

Nos dias atuais escrever bem é além de tudo, um diferencial. É de fundamental importância saber escrever textos com organização, clareza, concisão, coerência e que demonstrem bom domínio do português e amplo vocabulário. Pensando em facilitar, reunimos 30 dicas para escrever bem.

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Dicas para permanecer focado na sua história

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Você tem um novo projeto. Passou alguns meses planejando ele, pesquisou bastante e resolveu que era o momento certo para escrever. Você vai lá, escreve, escreve, escreve — deixa de lado aquele botequinho com os amigos no sábado à noite, passa mais tempo em casa do que na rua, escreve até os dedos cansarem e os olhos começarem a pesar e se acostuma a dormir mais tarde do que o normal porque você se sente mais produtivo durante a noite. Aí você cheia no meio da história e, de repente, você não se sente mais empolgado em escrever esta história, porque assistiu a um filme com uma temática totalmente diferente e agora quer escrever algo naquela linha. Aí você perde totalmente o foco na história na qual estava trabalhando.

É uma história que eu estou acostumada a presenciar e até mesmo passar por. Já não consigo mais contar nos dedos todas as vezes em que eu estava super empolgada em escrever algo e de repente eu quero escrever outra coisa, totalmente diferente daquilo e nunca mais consigo me focar. Mas há pouco tempo eu descobri uma fórmula muito legal que me ajuda a me manter focada enquanto eu escrevo e faz com que eu consiga terminar sem me sabotar com outras novas histórias. Veja as dicas para se manter focado enquanto você escreve seu livro:

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8 dicas para escrever diálogos melhores

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Diálogos bem escritos fazem toda a diferença. Apesar de muitas histórias serem contadas principalmente por meio da narração, quando há diálogo os personagem tornam-se mais reais, já que é possível observá-los agindo e falando, o que diz muito sobre uma pessoa. Além disso, o diálogo dá agilidade à narrativa, ajuda a construir a tensão necessária à trama e revela muito das características de cada personagem. Mas escrever bons diálogos é uma questão de paciência e técnica, por isso hoje vou mostrar oito dias para escrever diálogos melhores, que irão fortalecer a sua história.

Relacione o diálogo à cena. Não basta inserir diálogos na história. É preciso que eles estejam fundamentados em alguma cena, tenham relação com o ambiente, o cenário ao seu redor. Faz muita diferença se um casal está conversando numa lanchonete, em uma boate ou dentro de uma igreja. Não é preciso que a cada fala haja uma linha narrativa, mas nada de deixar a conversa solta no ar.

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5 dicas para você escrever melhor

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Embora muitas pessoas acreditem que escrever seja um dom, a prática também pode ser muito útil em alguns casos. Para escrever bem, não é preciso muito. Basta ter uma boa ideia e seguir práticas simples. Não acredita? Confira as dicas:

Ninguém quer ler porcarias. É claro que o conceito de “porcarias” é bastante subjetivo, mas se você mesmo considera um assunto desnecessário, por que falar dele? Procure assuntos que despertem interesse — não só para você, mas também para o seu público. Quanto mais você se interessa sobre o que vai dizer, melhor poderá falar sobre. Portanto, antes de iniciar um texto, pense: será que alguém está interessado em saber disso?

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Poetizando o que deveria ser simples

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“Mas que belas indumentárias podálicas tu usas! Estarias disposta ao ato do coito?”

Corta pra mim! Você entendeu isso? Sim? Não? Porque eu, de primeira, não entendi. Só depois que isso é apenas uma poetização da famosa cantada “Bonito sapato! Quer transar?”. Aí eu te pergunto: qual a necessidade disso?

Brincadeiras à parte, mas nesse post eu quero falar sobre algo que tenho visto com muita frequência e que tem deixado eu e a vários leitores confusos, zonzos e vesgos: o floreio, a poetização e a “aureliolização” do que deveria ser, nada mais, nada menos, do que simples.

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