Escrever agora para revisar daqui a uma década

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(Ok. Uma década foi um exagero. Mas é mais ou menos assim que as coisas funcionam.)

O negócio é o seguinte: todo escritor precisa revisar o seu livro antes de simplesmente publicá-lo. Não apenas revisão ortográfica/gramatical para corrigir os “com a” que estão escritos “coma”, colocar acentos, ajeitar aquela vírgula; mas fazer a revisão da história. Ver o que pode ser melhorado, o que seria legal ser alterado, o que seria melhor se for retirado. Revisar a história no intuito de melhorá-la. O problema é que você não pode simplesmente parar tudo o que está fazendo e revisar quando você acabou de terminar de escrevê-lo.

Revisar um livro logo que se terminou de escrevê-lo, é como tentar rechear um cupcake após ter tirado ele do forno: a massa ainda está quente, está molenga, você vai cortar e ela vai se desfazer e vai dar em uma bela merda. Sendo que qualquer recheio que você colocar lá não vai durar cinco segundos, porque de tão quente que a massa está, ele vai se perder todinho.

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Sites de wallpaper NÃO SÃO bancos de imagem gratuitos

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Recentemente alguns de nós presenciamos (ou até fizemos parte) de algumas tretas™ que envolviam as questões desde uso inapropriado de imagem até plágio de imagens, cujas artes eram utilizadas em capas de livros publicados por editoras.

O que mais me chamou a atenção no meio da discussão toda, foi que o argumento de quem plagiava ou usava as imagens protegidas por direitos autorais, dizia: “estava no Google, então era de graça”, “todas as editoras pegam imagens no Google” ou o melhor também “encontrei nesse site de wallpaper, estava de graça”.

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Editora vs. Gráfica: qual é a ideal?

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Quando alguns autores optam por publicar seu livro de maneira independente, a maior — e mais comum — questão que surge é: publicar por editora ou por uma gráfica?

É uma dúvida que surge muito facilmente tanto em questão de comodidade — a gráfica às vezes pode ser na esquina da sua rua, enquanto a editora pode ser a três dias de viagem de onde você mora — quanto em questão de “financeiro”. A gráfica às vezes pode ser mais barata que a editora, ou vice-versa.

Neste artigo, vou expor alguns pontos que existem grandes diferenças entre as duas e ajudar você a ver qual das duas é melhor para a sua publicação, focando nas editoras que cobram para publicar.

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Lidando com a rejeição: ela não é o fim do mundo

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Não. Não, você não pode pagar meia entrada se não é estudante. Não, você não pode passar a mão naquele cachorro. Não, você não pode comer doce antes do almoço. Não, você não vai ter dinheiro para passar as férias da Disney. Não, você não tem dinheiro nem pra comprar uma goiaba e nem para pagar a passagem do buzão. Não, não, não.

Escutamos uma série de “nãos” durante a nossa vida inteira. Para coisas que queremos fazer, para coisas que queremos pedir, para chamar aquela pessoa especial para sair. Pensamos que estamos acostumados com a rejeição; que escutamos tantos “nãos” que parece impossível não saber lidar com isso. Mas tem gente que, por mais que pense assim, sempre dá cinco tipos de ataque, sete ADPs e tem crise de identidade quando recebe o primeiro “não” de uma editora.

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Editora Tradicional vs. Editora por Demanda: como encontrar um contrato justo

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Uma coisa é certa: nove entre dez autores querem publicar seu livro por uma editora tradicional. O autor quer ser pago para escrever e publicar, ao invés de pagar para publicar. E, tendo isso em vista, as editoras recebem diariamente milhares de e-mails sobre “obras inovadoras e inteligentes e que provavelmente serão um sucesso”. Infelizmente, as editoras tradicionais não são casas de caridade e não podem publicar tudo o que aparece para elas. Os editores-chefes sempre estarão buscando livros de qualidade comercial, que possam vender bastante para cobrir os gastos com a publicação e que estão “na onda literária”. Porém, nem todos os autores escrevem obras “vendíveis” ou comerciais e muito menos o que está na onda, ou geralmente os livros tem uma baixíssima qualidade, o que faz com que as editoras tradicionais descartem completamente logo de cara uma série de originais, às vezes até mesmo sem parar para analisá-los.

A pouca (se não quase inexistente) valorização do autor brasileiro pelas editoras tradicionais abriu espaço para que as editoras por demanda pudessem criar seu espaço fixo no mercado, abrindo portas para novos autores cheios de sonhos e expectativas a respeito do seu livro a ser publicado. Mas é claro que as editoras por demanda, geralmente, têm um porém: ou elas cobram pelos serviços, ou elas pedem para você comprar parte da tiragem ou elas publicam apenas online.

A ideia de pagar para publicar ainda não é exatamente bem vista pelos autores de hoje. Os leitores e outros autores acreditam que, se o autor Fulano pagou para publicar o livro dele, é porque a qualidade do livro é tão ruim, mas tão ruim, que ele teve que contratar alguma editora para editar e publicar o livro dele, porque nenhuma editora quis pagar ele para publicar o seu livro. A história não é bem assim. Há livros ruins? Existem! E alguns até as próprias editoras tradicionais publicam. Mas ainda assim, existem livros excepcionalmente bons que, ou estão publicados de maneira independente, ou estão soterrados em uma pilha de novos originais que provavelmente serão descartados.

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