“Fim” que não é fim: aquele livro que deveria ter terminado lá, mas que você sente que não terminou

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Escrever Demoníaco foi realmente demoníaco para mim. Tanto por ser a primeira coisa que escrevi “sério” e “para valer”, quanto por ser o primeiro livro que finalizei. E também, de quebra, foi o primeiro livro que, além de eu finalizar, eu pensei: ok, ele vai acabar assim mesmo. Não vai ter continuação. Vou deixar o final aberto.

Só que teve continuação. Por mais que não estivesse nos planos, parece que a história não foi contada inteiramente, e logo depois que coloquei o “fim”, já comecei a digitar “parte 2” e escrevendo o que hoje é o segundo volume (ainda não publicado, inclusive). Sem falar que temos um terceiro a caminho também (acho que consegui me lembrar da ideia do terceiro que anotei na nota fiscal e perdi; mas veremos como isso vai ser).

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Autor-editor: você provavelmente não é um

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Nunca foi tão fácil publicar um livro como é hoje. Hoje, você simplesmente senta a sua bunda na cadeira em frente ao computador, abre um site de publicação online e gratuita e livros, clica em alguns botões e voilá, você foi publicado. Se vai ter sucesso ou não, você já não sabe dizer, mas sua obra já está disponível para ser comercializada na internet e lida por quem quiser, como todo e qualquer outro livro digital.

A autopublicação tem sido o principal método de publicação dos autores nacionais que desistem de correr atrás de editoras que demoram meses para dar um retorno, isso quando dão um; autores que querem ver sua obra amanhã nas livrarias recorrem à sites de autopublicação, buscam gráficas para que seu livro possa ser impresso… Mas poucos se preocupam com o ponto crucial da publicação de um livro: a edição dele.

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Na sua história, você pode tudo: sobre a cagação de regra na literatura

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Se tem uma coisa que me deixa louca é cagação de regra. Cagação de regra no que eu quero fazer da minha vida, cagação de regra sobre o que eu visto ou deixo de vestir, cagação de regra sobre o que faço ou não com meu útero, cagação de regra sobre o que eu faço ou deixo de fazer entre quatro paredes com alguém, cagação de regra no que eu escrevo…

Cagação de regra em si é algo insuportável de se aturar e muitas vezes quem vem se bancar o fiscal da minha vida eu mando dar uma voltinha com uma passagem só de ida para a Puta que Pariu com direito a visita ao ponto turístico com entrada para a Merda.

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Porque você deve pesquisar muito antes de escrever seu livro

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Você já pegou aquele livro que, apesar de ter uma boa premissa, um enredo interessante, a narrativa dele está cheia de falhas? Há furos no enredo, no cenário — trabalhado em um lugar já existente —, nos costumes, até mesmo nos personagens. A construção dele está uma bagunça. As informações das cidade não batem, a história está confusa e parece que o autor faltou algumas aulas de história, geografia e biologia. Ou todas. Vai saber, talvez ele nunca tenha comparecido a nenhuma dessas aulas.

Isso acontece quando o autor começa a escrever o livro sem ter uma base de pesquisa antes; sem ter visto como era o cenário onde ele adaptaria a história, sem ter visto o tipo de vida animal na qual ele irá mostrar bastante presença (sejam reais ou mitológicos), dentre outros fatores que mostram que a construção da história está um verdadeiro caos e totalmente fora da realidade.

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Como lidar com uma cacetada de ideias

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Sugestão de Tsuki Dias.

Cacetada: é uma palavra feia, mas ao mesmo tempo engraçada, não é? Pois é. Mas acredito que não tenha outra palavra melhor que se encaixa nessa situação: a de você estar escrevendo um livro, e de repente, aparecem centenas de ideias — cacetadas de ideias. E elas ficam lá, te aporrinhando, pedindo atenção, querendo ser escritas e fazendo propostas políticas de que elas vão mudar sua vida, de que você vai ter sucesso com elas, que você finalmente vai sair da sarjeta literária e outras coisas que, às vezes, você fica com o pé atrás de colocá-las em prática.

Eu sofro desse problema de cacetada de ideias. Para alguns, ter várias ideias é um privilégio — você nunca vai parar de escrever, nunca vai abandonar a carreira de escritor por não ter mais nada de novo para escrever, nunca vai ficar sem escrever e sempre terá oportunidades. Mas, para outros, é um filme de terror. Ter centenas de ideias mais atrapalha do que ajuda, afinal, algumas parecem, à primeira vista, serem tão boas que você fica se coçando e passando dia e noite em querer escrevê-las.

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Personagens inspirados em pessoas que você conhece: talvez não seja uma boa ideia

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Muitas vezes eu vi autores dizendo que X personagem foi inspirado em alguém que ele conhece: sua amiga, seu amigo, sua mãe, seu irmão, sua ex-namorada — geralmente é aquela que morre na história da maneira mais bruta possível —, e afins. Alguns acham isso o máximo, de criar um personagem totalmente baseado em alguém que você conhece; considera isso como uma homenagem para a pessoa. Mas, ao mesmo tempo em que vejo autores dizendo que isso serve de homenagem, também vejo alguns autores ou até mesmo as pessoas que serviram de fonte de inspiração se sentindo ofendidas.

Eu, particularmente, não sou adepta dessa prática. Tento ao máximo criar meus personagens sem me inspirar em ninguém de verdade — talvez em um ponto ou outro da personalidade ou atitude, mas nunca em pegar tudo da pessoa que conheço, muitas vezes contando até mesmo com a característica.

O problema de você escrever um personagem totalmente inspirado em alguém que você conhece, é, de maneira óbvia, você fazer isso errado.

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Saiba como não perder os seus arquivos de vez

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Você é escritor. Você tem um caderno no qual faz suas anotações ao decorrer do dia e passa tudo para o computador, ou escreve tudo diretamente no computador. Tem uma pasta separada para todas as suas histórias já escritas, com todas as informações delas, desde o planejamento até o livro completo, todas com uma média de duzentas páginas. Agora, você está escrevendo uma nova história. Está na metade, atingindo a meta de pouco mais de cem páginas e…

Já era. Seu computador desliga de repente.

Você pensa: droga! Perdi tudo o que escrevi, porque não salvei antes. Aí você se lembra que o Word salva parte do progresso mesmo quando o computador desliga e fica mais tranquilo. Então, você tenta ligar o computador. Ele não dá sinal de vida. Você desliga. Liga de novo. Ele não acende. Você começa a suar frio. Por mais de meia hora, você tenta ligar o seu computador, e ele não te responde. No dia seguinte, ou horas depois, você o leva para o técnico com a maior cara de enterro, como se tivesse acabado de perder alguém muito importante.

O técnico analisa o seu computador e vê que, na verdade, você perdeu, sim. O disco rígido já era. Ele queimou, deu pau, bateu as botas e vai precisar de um novo. “Dá para restaurar o que tinha nele?”, você pergunta, desesperado. O técnico balança a cabeça negativamente, imitando a sua cara de enterro. “Não dá, não. Perdeu tudo”. E lá se foram anos e anos de trabalho.

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Livro Digital vs. Livro Impresso: não é uma questão de um ou outro

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Você já percebeu que sempre existe uma comparação entre o livro impresso e o livro digital? Que sempre existe a opção de ou você publica no formato digital, ou no formato impresso? Que um parece ter mais vantagens que o outro?

O que poucas pessoas conseguem entender, apesar de todas essas perguntas e comparações, é que existe a possibilidade de os dois coexistirem; de o autor poder ter o seu livro em ambos os formatos e até mesmo abrir uma margem muito maior para novos leitores que querem conhecer suas obras e, muitas vezes, não consegue adquirir o exemplar em um formato ou outro.

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Conheça as melhores plataformas virtuais para autores

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Sugestão de Ana Beatriz Ferreira.

Qual a importância de uma plataforma virtual para os autores?

Eu respondo: é essencial.

O autor ter visibilidade é essencial para que ele seja reconhecido. Mas ter visibilidade e uma base de leitores antes mesmo de publicar seu livro, é ainda melhor. É exatamente essa experiência que as plataformas virtuais de escrita e leitura nos proporcionam hoje: a possibilidade de você compartilhar suas histórias com centenas de pessoas antes mesmo de ela ser publicada, criar sua base de leitores e obter ótimos feedbacks, além de montar seu nome no mercado editorial e até mesmo atrair a atenção de editoras, pequenas e grandes.

As plataformas nos permite que publiquemos nossas histórias, contos, crônicas e afins, disponibilizando todos os seus escritos lá postados gratuitamente, dando assim, acesso à centenas de pessoas que podem ler e se interessar pela sua obra e no seu trabalho como escritor. Além de ser uma ótima forma de divulgação, também é excelente para a formação de leitores e descobrir qual exatamente é o seu público-alvo. Afinal, é muito comum você escrever algo para o público adulto e descobrir que, na verdade, quem se interessa mais pela sua história são pessoas do público jovem ou jovem adulto.

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