Meus livros: “Harvard”, a publicação

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Essa ainda foi uma historinha que contei para a minha revisora, a Taimy: no início, Harvard faria parte de uma coletânea de contos sobre o dia dos namorados, onde eu escreveria todas aquelas histórias de romance bonitas, fofas, dramáticas e loucas que eu tinha engavetada, transformando-as em contos e dando espaço para elas sobreviverem no meu mundinho. Mas depois que terminei de escrever Harvard, e minha vida ficou tão bagunçada a ponto de eu não conseguir escrever todas, eu resolvi que Harvard seria um conto solo.

Não só porque eu não tinha conseguindo desenvolver as outras também, mas porque eu havia me apaixonado pela história. Eu tinha um carinho enorme por ela, porque parece que foi uma das coisas mais reais que eu já tinha escrito até então (Muro das Maravilhas ainda não havia sido terminado quando escrevi), tinha personagens com personalidades fortes e, além do mais, era curtinho — o que é um milagre, considerando que costumo escrever até mais do que o normal.

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Meus livros: “Harvard”, tempo de escrita

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Eu me lembro muito bem do dia em que eu resolvi escrever Harvard: mal passava das sete da noite quando resolvi que escrevia um conto para o dia dos namorados. E que era quase oito da noite quando eu tinha boa parte da ideia traçada, e que planejei até perto das nove da noite.

Às nove e meia, eu comecei a escrever.

Vai ser curto, eu dizia para mim mesma. É rapidinho. Não vou demorar. Eu digitava furiosamente, as ideias brotando na minha cabeça, as cenas se formando, os diálogos acontecendo, Niels e Harvard se conhecendo e virando a madrugada para fazer com que Niels criasse jeito e conseguisse reconquistar Cinel.

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Meus livros: “Harvard”, o personagem preferido

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Todo autor tem seu personagem preferido. Eu seria estúpida se não tivesse. Principalmente em Harvard.

Eu tenho aquela velha síndrome de escritores de quase nunca gostarem realmente do seu personagem principal e, quando vão escrever, se apaixonam verdadeiramente é pelo antagonista: aquele cara que não tem quase destaque, que está sempre de escanteio e que acontece de todo mundo gostar mais dele do que o protagonista. Em várias histórias minhas, eu sempre me apaixonei mais pelo antagonista do que pelo protagonista. Em Harvard, acredito que não seria diferente.

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Meus livros: “Harvard”, o processo criativo

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Com os personagens criados, as personalidades montadas e o roteiro traçado, posso dizer que Harvard não foi a coisa mais difícil que já escrevi. Mas foi desafiador.

Eu queria terminar este conto no menor tempo possível — afinal, era só um conto, eu não precisava me estender muito. Então, precisei resolver todo o roteiro no mesmo dia, ou, melhor dizendo, na mesma noite. E ao mesmo tempo em que eu não queria deixar Harvard longo demais, justamente por ser um conto, eu também não queria deixá-lo curto demais.

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Meus livros: “Harvard”, a inspiração

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Minha bagagem com comédias românticas é tão ridiculamente grande, que não sei como ainda não tive um surto por não achar o cara perfeito em uma história como a de algum filme ou livro que li.

Mas um dia chegaremos lá.

A história

A inspiração para escrever Harvard veio rapidamente: eu estava há muito tempo empacada em um livro de drama, e outro sobrenatural, e eu queria escrever algo novo; eu não só queria, mas eu precisava escrever algo novo, se não aí sim eu teria cinco tipos de ataque. Com isso, decidida de que iria escrever esta história, revirei todo o meu “arquivo” mental de comédias românticas, e coloquei meus anos escrevendo chick-lit e meus diários em prática. A ideia era tornar a narrativa leve, fluída e divertida, apesar de ser em terceira pessoa.

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Meus livros: “Harvard”, a ideia

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Eu sempre gostei de comédias românticas, e eu soube a partir do momento que comecei a escrever Harvard, que ela seria uma. A princípio, eu queria escrever um romance, e não um conto, mas a ideia morria diretamente no final e eu não conseguia prolongar isso, por mais que quisesse; e se esse meu conto precisasse morrer como um herói, então assim seria. No final das contas, resolvi montar um livro de vários contos de um mesmo tema (nesse caso, dia dos namorados) e colocar Harvard lá.

Deu que terminei Harvard antes dos outros, e gostei tanto do resultado que não consegui segurar a publicação dele.

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