Escrever agora para revisar daqui a uma década

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(Ok. Uma década foi um exagero. Mas é mais ou menos assim que as coisas funcionam.)

O negócio é o seguinte: todo escritor precisa revisar o seu livro antes de simplesmente publicá-lo. Não apenas revisão ortográfica/gramatical para corrigir os “com a” que estão escritos “coma”, colocar acentos, ajeitar aquela vírgula; mas fazer a revisão da história. Ver o que pode ser melhorado, o que seria legal ser alterado, o que seria melhor se for retirado. Revisar a história no intuito de melhorá-la. O problema é que você não pode simplesmente parar tudo o que está fazendo e revisar quando você acabou de terminar de escrevê-lo.

Revisar um livro logo que se terminou de escrevê-lo, é como tentar rechear um cupcake após ter tirado ele do forno: a massa ainda está quente, está molenga, você vai cortar e ela vai se desfazer e vai dar em uma bela merda. Sendo que qualquer recheio que você colocar lá não vai durar cinco segundos, porque de tão quente que a massa está, ele vai se perder todinho.

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Sites de wallpaper NÃO SÃO bancos de imagem gratuitos

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Recentemente alguns de nós presenciamos (ou até fizemos parte) de algumas tretas™ que envolviam as questões desde uso inapropriado de imagem até plágio de imagens, cujas artes eram utilizadas em capas de livros publicados por editoras.

O que mais me chamou a atenção no meio da discussão toda, foi que o argumento de quem plagiava ou usava as imagens protegidas por direitos autorais, dizia: “estava no Google, então era de graça”, “todas as editoras pegam imagens no Google” ou o melhor também “encontrei nesse site de wallpaper, estava de graça”.

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“Fim” que não é fim: aquele livro que deveria ter terminado lá, mas que você sente que não terminou

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Escrever Demoníaco foi realmente demoníaco para mim. Tanto por ser a primeira coisa que escrevi “sério” e “para valer”, quanto por ser o primeiro livro que finalizei. E também, de quebra, foi o primeiro livro que, além de eu finalizar, eu pensei: ok, ele vai acabar assim mesmo. Não vai ter continuação. Vou deixar o final aberto.

Só que teve continuação. Por mais que não estivesse nos planos, parece que a história não foi contada inteiramente, e logo depois que coloquei o “fim”, já comecei a digitar “parte 2” e escrevendo o que hoje é o segundo volume (ainda não publicado, inclusive). Sem falar que temos um terceiro a caminho também (acho que consegui me lembrar da ideia do terceiro que anotei na nota fiscal e perdi; mas veremos como isso vai ser).

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Meus livros: “Harvard”, a publicação

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Essa ainda foi uma historinha que contei para a minha revisora, a Taimy: no início, Harvard faria parte de uma coletânea de contos sobre o dia dos namorados, onde eu escreveria todas aquelas histórias de romance bonitas, fofas, dramáticas e loucas que eu tinha engavetada, transformando-as em contos e dando espaço para elas sobreviverem no meu mundinho. Mas depois que terminei de escrever Harvard, e minha vida ficou tão bagunçada a ponto de eu não conseguir escrever todas, eu resolvi que Harvard seria um conto solo.

Não só porque eu não tinha conseguindo desenvolver as outras também, mas porque eu havia me apaixonado pela história. Eu tinha um carinho enorme por ela, porque parece que foi uma das coisas mais reais que eu já tinha escrito até então (Muro das Maravilhas ainda não havia sido terminado quando escrevi), tinha personagens com personalidades fortes e, além do mais, era curtinho — o que é um milagre, considerando que costumo escrever até mais do que o normal.

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Resenha: Cidade das Almas Perdidas, de Cassandra Clare

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Finalmente consegui ler esse livro. Depois de alguns anos na sofrência por não conseguir comprá-lo nunca (por mais que eu tenha lido os livros anteriores no PDF, ler agora em PDF parecia injusto ou imoral para mim), depois de uma ligeira fila de leitura, finalmente consegui colocar as mãos nele e consegui lê-lo.

Bom, eu jurei que não iria fazer resenhas de livros que pertencem a séries, pois a possibilidade de rolar um spoiler louco é sempre muito alta, e que eu faria resenhas englobando a série inteira. Mas Os Instrumentos Mortais certamente será uma série que irá fugir à regra — pelo menos do penúltimo livro em diante, já que não estou com saco para resenhar os outros.

Sinopse

Quando Jace e Clary voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia do demônio Lilith ligou Jace ao perverso Sebastian, e que Jace tornou-se um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de matar um sem destruir o outro. Mas Clary e seus amigos irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar Jace, mas ela pode ainda confiar nele? Ou ele está realmente perdido?

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Editora vs. Gráfica: qual é a ideal?

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Quando alguns autores optam por publicar seu livro de maneira independente, a maior — e mais comum — questão que surge é: publicar por editora ou por uma gráfica?

É uma dúvida que surge muito facilmente tanto em questão de comodidade — a gráfica às vezes pode ser na esquina da sua rua, enquanto a editora pode ser a três dias de viagem de onde você mora — quanto em questão de “financeiro”. A gráfica às vezes pode ser mais barata que a editora, ou vice-versa.

Neste artigo, vou expor alguns pontos que existem grandes diferenças entre as duas e ajudar você a ver qual das duas é melhor para a sua publicação, focando nas editoras que cobram para publicar.

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Meus livros: “Harvard”, tempo de escrita

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Eu me lembro muito bem do dia em que eu resolvi escrever Harvard: mal passava das sete da noite quando resolvi que escrevia um conto para o dia dos namorados. E que era quase oito da noite quando eu tinha boa parte da ideia traçada, e que planejei até perto das nove da noite.

Às nove e meia, eu comecei a escrever.

Vai ser curto, eu dizia para mim mesma. É rapidinho. Não vou demorar. Eu digitava furiosamente, as ideias brotando na minha cabeça, as cenas se formando, os diálogos acontecendo, Niels e Harvard se conhecendo e virando a madrugada para fazer com que Niels criasse jeito e conseguisse reconquistar Cinel.

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Escreve que passa: o significado das minhas tattoos (para mim)

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Acho que eu sou uma das poucas pessoas no mundo que só conseguem aceitar fazer uma tatuagem se ela tem algum grande significado para a pessoa. Algumas fazem porque “é bonita”, “é foda”, “tem um desenho irado”, ou porque realça alguma parte do corpo, ou que deseja cobrir uma cicatriz. Eu até sempre quis fazer uma tatuagem nessa vibe uma vez: uma fênix que cruzava minhas costas, é clássico. Mas eu vi que no fundo ela não tinha significado nenhum para mim. Então, broxei e guardei o dinheiro para gastar com uma coisa melhorzinha para mim.

Atualmente eu tenho cinco tatuagens, mas é claro que esse número vai crescer com o tempo, conforme minhas experiências vão se acumulando e momentos marcantes também — porque é exatamente isso o que minhas tatuagens representam para mim: momentos marcantes, experiências, algo que eu gostaria de me lembrar para sempre, porque sabemos que a memória é a coisa mais complicada de se lidar. Um dia a gente perde as memórias, as lembranças, seja pela eventualidade do passar dos dias ou por doenças como Alzheimer ou acidentes que afetem parte do nosso cérebro; e tem coisas que eu não quero esquecer. E para isso, eu resolvi marcar na pele.

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7 dicas para escrever um romance

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Na vibe de dia dos namorados chegando, empresa querendo uma ação legal e eu empolgada porque vivo em uma relação de amor e ódio com essa data, acabei encontrando esse texto com 7 dicas para escrever um romance (romântico!) e achei muito interessante. Dá uma olhadinha aí!

Essa matéria é de 2012, então algumas informações podem estar meio fora ‘da nossa época’, só para constar.

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Meus livros: “Harvard”, o personagem preferido

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Todo autor tem seu personagem preferido. Eu seria estúpida se não tivesse. Principalmente em Harvard.

Eu tenho aquela velha síndrome de escritores de quase nunca gostarem realmente do seu personagem principal e, quando vão escrever, se apaixonam verdadeiramente é pelo antagonista: aquele cara que não tem quase destaque, que está sempre de escanteio e que acontece de todo mundo gostar mais dele do que o protagonista. Em várias histórias minhas, eu sempre me apaixonei mais pelo antagonista do que pelo protagonista. Em Harvard, acredito que não seria diferente.

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