Meus livros: “Harvard”, a ideia

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Eu sempre gostei de comédias românticas, e eu soube a partir do momento que comecei a escrever Harvard, que ela seria uma. A princípio, eu queria escrever um romance, e não um conto, mas a ideia morria diretamente no final e eu não conseguia prolongar isso, por mais que quisesse; e se esse meu conto precisasse morrer como um herói, então assim seria. No final das contas, resolvi montar um livro de vários contos de um mesmo tema (nesse caso, dia dos namorados) e colocar Harvard lá.

Deu que terminei Harvard antes dos outros, e gostei tanto do resultado que não consegui segurar a publicação dele.

A ideia surgiu aos poucos. Ela veio caminhando lentamente até mim, pedacinho a pedacinho. Primeiro, me veio, literalmente, Harvard — o nome. É claro que esse não seria seu nome verdadeiro, e então, mais especificamente, seria uma personagem chamada Harvard porque sua mãe quando descobriu que seu filho ou filha passou nessa universidade tão desejada, colocou uma faixa de cabo a rabo da casa dizendo que “ele/ela é um Harvard!”. De primeira, achei a história engraçadinha, mas não se aplicava a nada no que eu estava escrevendo no momento. Então, deixei essa história de personagem em hiato.

Então, me veio a questão da reconquista: um personagem que não sabe ser romântico, que não sabe agradar uma namorada com mimos, e que por causa dessa idiotice, ele a perdeu e precisa reconquistá-la, afinal, ele a ama imensamente; e nisso, outra personagem iria ajudá-lo a se tornar um verdadeiro romântico para reconquistar sua ex-namorada.

Mas essa ideia ficou rolando na minha cabeça, os personagens queriam ganhar voz, e eu não dava oportunidade para eles. Eu sempre estava ocupada demais para ouvi-los, e quando conseguia ouvi-los, eu já estava exausta demais para transcrever tudo o que eles me contavam.

Então, surgiu o mês do dia dos namorados, e a comunidade de escrita da qual eu participava (isso antes do Orkut morrer) resolveu postar contos para comemorar a data. Eu quis entrar na onda, porque fazia eras que eu não postava nada lá, então comecei a procurar ideias.

Rapidamente peguei a ideia da personagem Harvard da gaveta e resolvi que iria usá-la nesta história. Com isso, peguei os outros elementos e busquei adicionais para tornar o conto ainda mais interessante. Fiz uma série de combinações, e nenhuma ficava boa ou interessante o suficiente, ou se ficava, eu não conseguia desenvolver muito além. E então, cheguei na combinação de um garoto que levou um pé na bunda por ser tapado demais, que quer recuperar sua ex-namorada, e Harvard surge na noite dele para ajudá-lo. Juntando com umas ideias de romantismo minhas aqui, outras histórias que ouvi ali, nasceu o meu querido conto Harvard.

Gostou? Você pode comprar o eBook de Harvard aqui!

Boa leitura para você!

Bio Gabs

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