Meus livros: “Harvard”, o processo criativo

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Com os personagens criados, as personalidades montadas e o roteiro traçado, posso dizer que Harvard não foi a coisa mais difícil que já escrevi. Mas foi desafiador.

Eu queria terminar este conto no menor tempo possível — afinal, era só um conto, eu não precisava me estender muito. Então, precisei resolver todo o roteiro no mesmo dia, ou, melhor dizendo, na mesma noite. E ao mesmo tempo em que eu não queria deixar Harvard longo demais, justamente por ser um conto, eu também não queria deixá-lo curto demais.

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Resenha: O Último Homem do Mundo, de Tais Cortez

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Tive a honra de ser convidada pela autora Tais Cortez para participar do 8º BookTour de O Último Homem do Mundo. Confesso que até então eu não tinha lido nada da autora, mas a sinopse deste livro e do livro Golfinhos e Tubarões, da mesma autora, me chamaram a atenção e fizeram com que eu me interessasse em participar de ambos os BookTours que a autora está realizando este ano.

Sinopse

Amanda é uma garota rebelde e problemática. Filha de Patrícia Oliveira, uma atriz mundialmente famosa, ela se ressente do comportamento da mãe, que trabalha demais e dedica seu pouco tempo livre para namorar. Depois de ser expulsa dos três últimos colégios, Amanda é matriculada contra sua vontade no Educação de Elite, o colégio interno mais renomado do país, onde apenas os filhos da elite nacional estudam. Determinada a conseguir mais uma expulsão, ela é capaz das maiores loucuras, mas seus planos acabam sendo frustrados por suas colegas de quarto, por uma inspetora intrometida e um diretor paciente. Lá ela também conhece Ricardo, o garoto mais popular e mulherengo do colégio. A atração entre eles é imediata, mas isso não impede que se odeiem ferozmente e que façam de tudo para prejudicar um ao outro. No entanto, o destino os forçará a unirem forças por um bem maior, e Amanda perceberá que, às vezes, o último homem do mundo de sua consciência pode ser justamente aquele que seu coração decide escolher.

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Literatura boa e literatura ruim

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Você pode ver: em qualquer grupo de escrita, de leitores, ou qualquer outra atividade relacionada, os integrantes sempre batem na tecla do que é literatura boa ou literatura ruim. Até mesmo na minha aula de Literatura Portuguesa eu fui questionada se existe literatura boa e literatura ruim, e quais exemplos eu poderia dar sobre isso.

Bom, migos, eu vou deixar minha opinião sobre a existência de literatura boa e literatura ruim. Ela é curta, eu acredito, e bem simples, e acho que algumas pessoas antes de saírem se matando por causa disso, devessem parar de pensar por esse ladinho simples:

Não existe literatura boa. Também não existe literatura ruim.

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Meus livros: “Harvard”, a inspiração

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Minha bagagem com comédias românticas é tão ridiculamente grande, que não sei como ainda não tive um surto por não achar o cara perfeito em uma história como a de algum filme ou livro que li.

Mas um dia chegaremos lá.

A história

A inspiração para escrever Harvard veio rapidamente: eu estava há muito tempo empacada em um livro de drama, e outro sobrenatural, e eu queria escrever algo novo; eu não só queria, mas eu precisava escrever algo novo, se não aí sim eu teria cinco tipos de ataque. Com isso, decidida de que iria escrever esta história, revirei todo o meu “arquivo” mental de comédias românticas, e coloquei meus anos escrevendo chick-lit e meus diários em prática. A ideia era tornar a narrativa leve, fluída e divertida, apesar de ser em terceira pessoa.

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Você sabe escrever para jovens?

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Em sua essência, livros juvenis são para e sobre adolescentes e pré-adolescentes, geralmente entre 12 e 18 anos. Entretanto, mais da metade dos livros juvenis vendidos são comprados por maiores de 18 anos.

Muitos autores de sucesso dizem que não há segredo em escrever para adolescentes. Um bom texto é um bom texto; personagens críveis e histórias interessantes são cruciais, independente de quem seja seu público. Mas alguns autores de livros juvenis também dirão que tem algo particularmente satisfatório em escrever para adolescentes: eles frequentemente respondem com mais intensidade que os adultos às histórias com as quais se identificam.

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Meus livros: “Harvard”, a ideia

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Eu sempre gostei de comédias românticas, e eu soube a partir do momento que comecei a escrever Harvard, que ela seria uma. A princípio, eu queria escrever um romance, e não um conto, mas a ideia morria diretamente no final e eu não conseguia prolongar isso, por mais que quisesse; e se esse meu conto precisasse morrer como um herói, então assim seria. No final das contas, resolvi montar um livro de vários contos de um mesmo tema (nesse caso, dia dos namorados) e colocar Harvard lá.

Deu que terminei Harvard antes dos outros, e gostei tanto do resultado que não consegui segurar a publicação dele.

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30 dicas para escrever bem

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Eu estive procurando algumas dicas sobre escrever para compartilhar aqui no blog, uma vez que meu tempo para os artigos que costumo escrever está meio escasso. Achei esse post do Canal do Ensino bem legal e resolvi compartilhar com vocês. As dicas são claras, simples e bastante divertidas. Espero que gostem!

Nos dias atuais escrever bem é além de tudo, um diferencial. É de fundamental importância saber escrever textos com organização, clareza, concisão, coerência e que demonstrem bom domínio do português e amplo vocabulário. Pensando em facilitar, reunimos 30 dicas para escrever bem.

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Dicas para permanecer focado na sua história

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Você tem um novo projeto. Passou alguns meses planejando ele, pesquisou bastante e resolveu que era o momento certo para escrever. Você vai lá, escreve, escreve, escreve — deixa de lado aquele botequinho com os amigos no sábado à noite, passa mais tempo em casa do que na rua, escreve até os dedos cansarem e os olhos começarem a pesar e se acostuma a dormir mais tarde do que o normal porque você se sente mais produtivo durante a noite. Aí você cheia no meio da história e, de repente, você não se sente mais empolgado em escrever esta história, porque assistiu a um filme com uma temática totalmente diferente e agora quer escrever algo naquela linha. Aí você perde totalmente o foco na história na qual estava trabalhando.

É uma história que eu estou acostumada a presenciar e até mesmo passar por. Já não consigo mais contar nos dedos todas as vezes em que eu estava super empolgada em escrever algo e de repente eu quero escrever outra coisa, totalmente diferente daquilo e nunca mais consigo me focar. Mas há pouco tempo eu descobri uma fórmula muito legal que me ajuda a me manter focada enquanto eu escrevo e faz com que eu consiga terminar sem me sabotar com outras novas histórias. Veja as dicas para se manter focado enquanto você escreve seu livro:

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