Dicas contra o Bloqueio Criativo #5: 7 dicas para vencê-lo

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1. Ouça música. Todo mundo sabe que a música pode ser inspiracional e muitas pessoas acreditam que um pouco de música de fundo pode ajudar a manter as ideias fluindo e a lâmpada das ideias acesa. Se você está lutando contra o bloqueio criativo, pare por um momento e relaxe ouvindo suas músicas favoritas. Isso lhe dará uma chance de desligar e irá limpar sua mente por um momento.

2. Pule uma parte. Não insista em escrever algo na ordem que deve ser lido. Não tem uma lei que obrigue você a fazer sua introdução, nota de autor e prefácio antes do meio do seu livro. Sim, eles devem aparecer antes no rascunho final, mas você pode escrevê-los quando você quiser. Se você está travando em uma parte do seu livro, blog ou ensaio, deixe essa parte por um momento e volte depois. Funcionou para o príncipe William e Kate Middleton.

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Escreve que passa: sobre escrever o que está em alta

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Eu escrevi um livro de vampiros. Uma trilogia de vampiros, mais precisamente. Escrevi em um tempo de seis meses cada livro, que deveria ter acabado no primeiro, mas resolvi continuar porque eu adorava aquela história e sempre surgiam novas ideias que poderiam deixar a história ainda mais completa. Quando comecei a escrevê-lo, Crepúsculo estava em alta. Brotavam histórias de vampiros do teto, era livro de vampiro para todos os lados e só se encontrava isso nas livrarias. Mas quando terminei de escrever, os anjos estavam em alta, e a moda estava partindo suavemente para as distopias com a chegada de Jogos Vorazes.

Infelizmente (ou felizmente) nunca publiquei esse livro. Ele está empoeirado nos meus arquivos.

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Porque você deve pesquisar muito antes de escrever seu livro

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Você já pegou aquele livro que, apesar de ter uma boa premissa, um enredo interessante, a narrativa dele está cheia de falhas? Há furos no enredo, no cenário — trabalhado em um lugar já existente —, nos costumes, até mesmo nos personagens. A construção dele está uma bagunça. As informações das cidade não batem, a história está confusa e parece que o autor faltou algumas aulas de história, geografia e biologia. Ou todas. Vai saber, talvez ele nunca tenha comparecido a nenhuma dessas aulas.

Isso acontece quando o autor começa a escrever o livro sem ter uma base de pesquisa antes; sem ter visto como era o cenário onde ele adaptaria a história, sem ter visto o tipo de vida animal na qual ele irá mostrar bastante presença (sejam reais ou mitológicos), dentre outros fatores que mostram que a construção da história está um verdadeiro caos e totalmente fora da realidade.

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O maior problema dos escritores: a preguiça

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Hoje é dia de dar chicotada em escritores. Não dar chicotada pela história ruim ou mal escrita (dá vontade, mas), ou pelo modo como são grosseiros com os leitores, ou por se acharem os Reis do Português. Mas, sim, pela puta falta de fazer qualquer coisa do livro deles; em outras palavras, a famosa preguiça.

Sim, senhoras e senhores. A preguiça é e não é a melhor amiga do escritor. É e não é seu braço direito. É e não é a sua amante. A preguiça não tem gênero, cor, idade ou preferência. A preguiça é aquela que pega, agarra e vive nas costas de todo mundo e ninguém se importa — até porque preguiça é uma coisa que infelizmente não tem cura.

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Como lidar com uma cacetada de ideias

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Sugestão de Tsuki Dias.

Cacetada: é uma palavra feia, mas ao mesmo tempo engraçada, não é? Pois é. Mas acredito que não tenha outra palavra melhor que se encaixa nessa situação: a de você estar escrevendo um livro, e de repente, aparecem centenas de ideias — cacetadas de ideias. E elas ficam lá, te aporrinhando, pedindo atenção, querendo ser escritas e fazendo propostas políticas de que elas vão mudar sua vida, de que você vai ter sucesso com elas, que você finalmente vai sair da sarjeta literária e outras coisas que, às vezes, você fica com o pé atrás de colocá-las em prática.

Eu sofro desse problema de cacetada de ideias. Para alguns, ter várias ideias é um privilégio — você nunca vai parar de escrever, nunca vai abandonar a carreira de escritor por não ter mais nada de novo para escrever, nunca vai ficar sem escrever e sempre terá oportunidades. Mas, para outros, é um filme de terror. Ter centenas de ideias mais atrapalha do que ajuda, afinal, algumas parecem, à primeira vista, serem tão boas que você fica se coçando e passando dia e noite em querer escrevê-las.

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