Dicas contra o Bloqueio Criativo #4: 30 Days Writing Challenge

PSD posts dicas

Mais um desafio contra o bloqueio criativo! Encontrei este no blog Spleen Juice.

30 Days Writing Challenge traz um desafio bacana de 30 dias de escrita. Você não precisa escrever em um período de 30 dias exatos, nem todos os dias ou na ordem; não existem regras. Você pode interpretar da maneira como quiser e escrever quando quiser e tiver vontade. Mas, de fato, é uma boa atividade para ajudar a “brigar” contra o bloqueio criativo!

30 Days Writing Challenge

Day 1: Descreva um lugar.

Day 2: Escreva sobre algo histórico.

Day 3: Um gênero que você nunca tenha escrito antes.

Day 4: Apenas diálogos.

Day 5: Inspire-se na sua música favorita.

Day 6: Escreva algo de terror.

Day 7: Um lugar que existe apensa na sua mente.

Leia mais »

Saiba como não perder os seus arquivos de vez

PSD posts dicas

Você é escritor. Você tem um caderno no qual faz suas anotações ao decorrer do dia e passa tudo para o computador, ou escreve tudo diretamente no computador. Tem uma pasta separada para todas as suas histórias já escritas, com todas as informações delas, desde o planejamento até o livro completo, todas com uma média de duzentas páginas. Agora, você está escrevendo uma nova história. Está na metade, atingindo a meta de pouco mais de cem páginas e…

Já era. Seu computador desliga de repente.

Você pensa: droga! Perdi tudo o que escrevi, porque não salvei antes. Aí você se lembra que o Word salva parte do progresso mesmo quando o computador desliga e fica mais tranquilo. Então, você tenta ligar o computador. Ele não dá sinal de vida. Você desliga. Liga de novo. Ele não acende. Você começa a suar frio. Por mais de meia hora, você tenta ligar o seu computador, e ele não te responde. No dia seguinte, ou horas depois, você o leva para o técnico com a maior cara de enterro, como se tivesse acabado de perder alguém muito importante.

O técnico analisa o seu computador e vê que, na verdade, você perdeu, sim. O disco rígido já era. Ele queimou, deu pau, bateu as botas e vai precisar de um novo. “Dá para restaurar o que tinha nele?”, você pergunta, desesperado. O técnico balança a cabeça negativamente, imitando a sua cara de enterro. “Não dá, não. Perdeu tudo”. E lá se foram anos e anos de trabalho.

Leia mais »

Livro Digital vs. Livro Impresso: não é uma questão de um ou outro

Posts

Você já percebeu que sempre existe uma comparação entre o livro impresso e o livro digital? Que sempre existe a opção de ou você publica no formato digital, ou no formato impresso? Que um parece ter mais vantagens que o outro?

O que poucas pessoas conseguem entender, apesar de todas essas perguntas e comparações, é que existe a possibilidade de os dois coexistirem; de o autor poder ter o seu livro em ambos os formatos e até mesmo abrir uma margem muito maior para novos leitores que querem conhecer suas obras e, muitas vezes, não consegue adquirir o exemplar em um formato ou outro.

Leia mais »

Escreve que passa: Dezembro, nostalgia e aceitação

Posts

Dezembro é um mês que costuma me deixar muito nostálgica e me faz pensar em uma série de coisas. Hoje, especificamente, estive pensando nos tempos do colégio e me dei conta que, em partes, eu sentia falta da escola. Das pessoas, dos professores, de acordar cedo para ir à aula e dormir na primeira, de comer pão de queijo, de conversar com os amigos sobre livros no intervalo ou até mesmo durante as aulas e tentar aprender sobre exatas, conjunto de matérias na qual nunca fui realmente bem.

Leia mais »

Conheça as melhores plataformas virtuais para autores

PSD posts dicas

Sugestão de Ana Beatriz Ferreira.

Qual a importância de uma plataforma virtual para os autores?

Eu respondo: é essencial.

O autor ter visibilidade é essencial para que ele seja reconhecido. Mas ter visibilidade e uma base de leitores antes mesmo de publicar seu livro, é ainda melhor. É exatamente essa experiência que as plataformas virtuais de escrita e leitura nos proporcionam hoje: a possibilidade de você compartilhar suas histórias com centenas de pessoas antes mesmo de ela ser publicada, criar sua base de leitores e obter ótimos feedbacks, além de montar seu nome no mercado editorial e até mesmo atrair a atenção de editoras, pequenas e grandes.

As plataformas nos permite que publiquemos nossas histórias, contos, crônicas e afins, disponibilizando todos os seus escritos lá postados gratuitamente, dando assim, acesso à centenas de pessoas que podem ler e se interessar pela sua obra e no seu trabalho como escritor. Além de ser uma ótima forma de divulgação, também é excelente para a formação de leitores e descobrir qual exatamente é o seu público-alvo. Afinal, é muito comum você escrever algo para o público adulto e descobrir que, na verdade, quem se interessa mais pela sua história são pessoas do público jovem ou jovem adulto.

Leia mais »

22 dicas da Pixar de como tornar a sua história interessante

PSD posts dicas

É de conhecimento geral que a Pixar cria histórias e personagens muito cativantes e que muitas vezes conseguem fazer nossos olhos “suarem”. Mas como eles conseguem fazer isso? Qual o segredo de criarem histórias tão interessantes e personagens tão cativantes?

Encontrei essa lista com 22 dicas da Pixar de como tornar a sua história e o seu personagem interessante para o público, e achei bem bacana.

  1. Você admira um personagem por tentar, mais do que pelo sucesso.
  2. Você deve se lembrar o que é importante para você como leitor, não o que é divertido de fazer como um escritor. Essas podem ser coisas muito diferentes.
  3. Tentar se manter no tema é importante, mas você não vai ver sobre o que a história verdadeiramente é até o fim. Agora reescreva.
  4. Era uma vez ___. Todo dia, ___. Um dia ___. Por causa disso, ___. E por isso, ___. Até que finalmente ___.
  5. Simplifique. Foque. Combine personagem. Pule sobre desvios. Você sentirá que está perdendo coisas importantes, mas isso vai te libertar.
  6. No que seu personagem é bom? No que ele fica confortável? Jogue ele ao polo oposto. Desafie-o. Como ele lida com isso?
  7. Resolva seu final antes que você desenvolva o meio. É sério. Finais são difíceis. Comece a trabalhar no seu antes.
  8. Termine sua história, mesmo que não esteja perfeita. Em um mundo perfeito você poderia teros dois, mas supere. E faça melhor da próxima vez.
  9. Quando você está preso, faça uma lista do que NÃO acontecerá a seguir. Muitas vezes o material para se soltar vai aparecer.
  10. Destrinche histórias que você goste. O que você gosta nelas é parte de você, você precisa reconhecer antes de usar.
  11. Colocar no papel te permite começar a consertar. Se uma ideia perfeita continuar em sua cabeça, você nunca dividirá com ninguém.
  12. Ignore a primeira coisa que vier em sua mente. E a segunda, terceira, quarta e quinta. Tire as escolhas óbvias da frente. Se surpreenda.
  13. Dê opiniões aos seus personagens. Você pode gostar de personagens passivos e maleáveis enquanto escreve, mas é veneno para o seu público.
  14. Por que você precisa contar ESTA história? Qual é a crença em que você alimenta esta história? Este é o coração da história.
  15. Se você fosse seu personagem, nessa situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade à situações irreais.
  16. Quais são as chances? Dê-nos motivos para torcer para seu personagem. O que acontece se eles não forem bem sucedidos? Apresente as chances contra.
  17. Nenhum trabalho é desperdiçado. Se não está dando certo, deixe para lá e continue; vai voltar a ser útil depois.
  18. Você tem que se conhecer: a diferença entre fazer o seu melhor e enrolar. Histórias são testes, não refinamento.
  19. Coincidências para deixar seus personagens em maus bocados são ótimas. Coincidências para livrá-los disso, são trapaças.
  20. Exercite: pegue os blocos construtivos de um filme/livro que você não gosta. Como você reorganiza eles em algo que você gosta?
  21. Você tem que se identificar com suas situações e personagens. Não basta só descrevê-los como “legais”. O que faz VOCÊ agir dessa forma?
  22. Qual é a essência da sua história? Se você sabe disso, você pode construir a partir daí.

 

E aí, o que acharam? Eu gostei bastante!

Boa escrita para você!

Bio Gabs

A idade define o autor?

Posts

Se eu parasse para contar a quantidade de vezes nas quais eu vi comentários como “tenho 13 anos, comecei a escrever um livro, é sobre isso, aquilo e tal” ou “tenho 12 anos, estou escrevendo um livro, etc” e coisas relacionadas, eu acho que não pararia de citar todos ainda hoje. Ou essa semana. Ou esse mês.

O fato é que muitos autores estão começando a escrever seus livros ainda muito novos. Alguns começam com fanfics ou histórias mais suaves, com pouco desenvolvimento e planejamento aos dez, onze anos, e por volta ou depois dos treze e catorze e após adquirir certa bagagem literária, acabam trabalhando em seu primeiro livro, mesmo que por um determinado momento ele seja apenas um rascunho.

A questão é: a pouca idade pode definir o autor e a qualidade do seu livro? O que um autor tão novo deve saber sobre literatura, sobre o que um livro deve ou não ter, pode ou não pode ter, sobre as revisões, edições, publicação? O que um autor com tão pouca idade e sem muitas experiências literárias deve saber sobre a qualidade e a produção de um livro?

Leia mais »

Resenha: Eleanor & Park, de Rainbow Rowell

Posts

Eu não me lembro de verdade porque eu comprei esse livro (sei que o comprei em uma promoção louca da Saraiva ou do Submarino, algo nessa linha), mas lembro que alguém havia dito que era fofinho e como estava pela metade do preço, julguei pela capa e levei. A capa realmente é uma gracinha, não é? Pois é.

Sinopse

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Leia mais »

Escrever no ponto de vista do sexo oposto: você pode estar fazendo isso errado

PSD posts dicas

Eis um fato: não há nada mais fácil do que escrever no ponto de vista de alguém do mesmo sexo que você. Afinal, você sabe pelo o que você passa; quais são os seus tipos de pensamentos; o seu dia a dia; dentre várias outras coisas. Você se conhece e conhece as pessoas do mesmo sexo que você. Conhece o cotidiano de pessoas assim. Logo, escrever um livro em primeira pessoa e no ponto de vista do personagem que o mesmo sexo que você é facílimo. Pelo menos, nunca vi ninguém reclamar até agora por causa disso.

Porém, o que eu mais vejo são autores e — principalmente — autoras pecando quando vão escrever em primeira pessoa e no ponto de vista de um personagem do sexo oposto. Autoras usando linguajar de homens em seus livros para tentar passar um realismo maior. Homens usando pensamentos extremamente femininos para tentar entrar no mundo da mulher. O esforço é evidente na maioria dos casos, mas, da mesma forma, a qualidade dessa tentativa é extremamente baixa.

Leia mais »