Dicas contra o Bloqueio Criativo #3: Poem A Day

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Essa é para os poetas de plantão!

Enquanto eu buscava novas dicas contra o bloqueio criativo, acabei esbarrando nessa, que foi criada pelo blog da Vanessa Chanice. A ideia do desafio é escrever um poema por dia em um período de 30 dias. A criadora do desafio também organizou uma hashtag para divulgação do seu poema, que será mostrada logo a seguir, com as instruções:

Como Participar do POEM A DAY

– Pegue um papel e uma caneta (ou, caso você seja mais adepto das vias tecnológicas, utilize qualquer editor de texto à sua escolha).

– Verifique a lista do mês para saber qual o tópico do dia (o número corresponde a data do mês).

– Escreva um texto usando o tópico do dia como inspiração.

– Depois que tiver escrito seu texto, será preciso divulgá-lo. Essa é a parte divertida. Você pode compartilhá-lo em qualquer rede social à sua escolha, mas para mim as melhores são Facebook, Instagram e Twitter. Certifique-se de adicionar a hashtag #PHpoemaday na sua postagem para que eu e outras pessoas possamos saber que você também está participando do desafio! Se você preferir postar seus textos no seu blog, basta postar o link do dia em alguma dessas outras redes sociais e adicionar o hashtag ao lado do link!

– Agora que você compartilhou, confira os textos dos outros participantes. Você pode encontrar todos os textos clicando na hashtag #PHpoemaday em qualquer rede social e é super legal comentar e conhecer os outros escritores também!

Onde participar

Instagram, facebook, blog, tumblr, twitter, sempre usando as hashtag e compartilhando seus textos!

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Quadro do Autor Nacional: “Calcinha preta”, crônica de Mirella Brizzi

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Calcinha preta

Sempre que pegava o celular de uma amiga para ver suas fotos – e nisso digo, os looks que ela havia usado na semana -, no meio de uma imagem ou outra, de uma combinação cheia de estilo, via cliques dela seminua em alguma pose sensual, mas nunca vulgar; fotos bonitas. Sempre me perguntei o porquê daquilo, e me indagava se teria tal coragem. Mas o que estava por trás daquelas poses, e caras, e ângulos, que eu não conseguia ver, era simplesmente paixão.

Já tive alguns relacionamentos na vida e, até então, nunca me vi olhando para alguém como essa minha amiga olhava para seu amado. Sempre admirei isso, mas nunca me vi em tal situação. Nem mesmo numa situação imaginária. Sempre estou em relacionamentos nos quais os brilhos nos olhos eu deixo por conta dele. Apesar de estar na eterna busca pelo príncipe encantado e, no fundo, saber que me sentirei totalmente realizada depois do “aceito”, vivo me protegendo de relações onde eu perca a noção da realidade e me sinta de alguma forma desprotegida.

Posso dizer que já amei, uma vez, mas amei. No entanto, paixão, não. Nunca me deixei apaixonar. Nós reclamamos do amor, mas acredito que o perigo está na paixão. A paixão te cega, faz você acreditar que ele não te ligou porque perdeu seu número, que não apareceu porque sofreu de alguma forma um trauma. Ela te faz acreditar que ele não teve tempo de te mandar um sms sequer, dizendo que estaria ocupado. Que, realmente, aquele dia que saiu com a ex, agora, não tem nada a ver, e que a bateria de seu celular ter acabado justo nesse dia não passa de coincidência.

A paixão faz você pedir desculpas ao final de uma discussão, onde o outro está nitidamente errado. Existe paixão, existe amor, e existe paixão com amor, e ponto. Algumas pessoas veriam essa última opção como algo sublime. Eu sempre vi como perigosa. Mas deixe-me chegar ao ponto onde as coisas mudam de lugar…

Ontem fui à casa do meu namorado, onde sou sempre muito bem vinda por toda sua família e minha filha é sempre motivo de festa pra eles. Assim que o vi, todo aquele caminho de Sol, enfim, valeu a pena. Por muito tempo observei meus dois amores brincando, enquanto, sentada, tomava café e conversava com seus avôs.

Mais tarde, nos abraçamos e ficamos assistindo vídeos de humor. Não me pergunte sobre quais piadas aquele comediante desconhecido contou, ou qualquer outro vídeo que ele me mostrou, pois, naquele momento, só conseguia pensar no seu rosto e no seu pescoço ao alcance dos meus lábios, e como gostaria que o tempo não passasse.

Depois de toda a tarde descrita, finalmente coloquei meus pés no chão e voltei para casa com a minha pequena. Descobri que passaria o fim de semana sozinha ou o resto de final de semana que sobraria. Tomei banho, fiz meu café corriqueiro antes de dormir e fui me deitar. Decidi que estava muito calor, até mesmo para minha camisola. Já que estaria sozinha, não teria porque não dormir só com as roupas debaixo.

Ao entrar no meu quarto, me deparo com meu espelho, que fica em frente à minha cama. Parei e me olhei por alguns segundos. Finalmente, me senti bonita, mesmo sem nenhuma roupa que escondesse qualquer imperfeição e só mostrasse as qualidades de meu corpo. Me encontrei desprotegida, mas foi ali, naquela calcinha preta, que achei meu amor próprio e descobri a paixão. Estar em frente de um espelho só de calcinha e sutiã e, ainda sim, tirar uma foto para se exibir para ninguém.

Paixão é brilho nos olhos e justificativa válida para este tipo de ação, é frio na barriga, é acreditar na vida. Paixão é tanto amor, que você transborda para o outro, quanto o que sobra até para amar a si próprio.

Sobre a autora

Mãe, estilista, escritora para desabafos e sonhadora em tempo integral. Mirella Brizzi começou a escrever por conta do término de seu primeiro relacionamento e, desde então, tem sua vida contada o tempo todo, por ela mesma, em sua cabeça. Desde 2009, escreve o blog Mundo de Mika, onde diz ser seu “coração em palavras”. Acredita ser o amor a coisa mais importante dos quatro ventos. Viciada em Elvis Presley e vestidos, nasceu, claramente, na década errada.

Como ambientar minha história em um lugar existente (e que não conheço!)

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Eu, infelizmente, sou uma autora que não consegue escrever sobre o lugar onde vivo. Atualmente, moro em Florianópolis, a Ilha da Magia. Existe uma abertura enorme para escrever qualquer história aqui; Floripa tem vários pontos turísticos, praias maravilhosas, muita gente diferente justamente por causa dos universitários e intercambistas, festas e eventos incríveis e tudo mais. Porém, eu simplesmente não consigo escrever minhas histórias ambientadas, tampouco aqui, quanto em qualquer outro canto do Brasil.

Existe uma trava. Eu não sei como me livrar dela, e eu juro que já tentei. Tudo o que eu escrevo com cenário no Brasil parece que não fica bom e que precisa ser muito aperfeiçoado, mas para isso, preciso trocar o cenário. Parece que nunca fica bom. Com isso, eu acabo optando por escrever histórias que se passam em outros países.

A questão é que nunca viajei para fora do Brasil. Nem para buscar uma muamba no Paraguai. Nunquinha. O máximo de contato que tive do exterior foi encomendando minhas coisas da China e falando com estrangeiros tarados (e alguns tão fofos que tocam piano para você) no Omegle. Então, como fazer uma história que tenha um cenário estrangeiro e que você nunca visitou?

Bom, é mais simples do que você imagina.

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Autopublicação: por onde começar

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A autopublicação vem crescendo muito no Brasil entre os autores iniciantes. Visando a oportunidade de publicarem com uma facilidade e rapidez maiores do que seria com uma editora tradicional, certos autores encaram a estrada cheia de obstáculos que é a da autopublicação: as dificuldades, os custos, a aceitação dos leitores e outros autores. Há quem diz que a autopublicação é uma humilhação, como também há quem diz que a autopublicação é uma conquista, justamente porque o autor conseguiu superar todos os obstáculos dela e publicar o seu livro, além de também estar fazendo sucesso com ele.

Mas entra a questão: se eu quero autopublicar, como eu posso começar?

A autopublicação não é muito diferente de qualquer outro meio de publicação; ele é apenas mais complicado porque o responsável por tudo é você. Mas, da mesma forma, ela segue os mesmos passos de uma publicação tradicional.

O primeiro passo, após finalizar o seu livro, é realizar uma revisão própria no seu livro. O que é uma revisão própria? É a revisão que o próprio autor faz no seu livro, a fim de encontrar pequenos erros gramaticais ou ortográficos, trechos que ficaram a desejar, cortar uma coisa aqui ou ali; ou seja, uma lapidação do seu original. É interessante que você compartilhe ele com outras pessoas (parentes, professores, pessoas que realmente gostem de ler) para que você consiga aperfeiçoar ainda mais o seu livro. Justamente por você estar se autopublicando, você dificilmente (ou de modo quase impossível) vai ter um editor à sua disposição fazendo sugestões de alterações ou cortes. Então, isso tudo é exclusivamente com você.

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Resenha: O Céu Está em Todo Lugar, Jandy Nelson

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Sabe quando você compra um presente de aniversário tão legal para alguém, mas tão, tão, tão legal, que resolve ficá-lo para você? Foi o que aconteceu com esse livro. Eu juro que resolvi comprá-lo para dar de presente para a minha amiga. Mas depois que li a sinopse, depois que folheei um pouco e vi como o livro era (e o preço, também, que era bem salgado), eu resolvi ficar com ele pra mim. Nem me abalei.

Sinopse

Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida – e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda…

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5 atitudes que bloqueiam a sua criatividade

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A criatividade é uma característica que todas as pessoas podem desenvolver e que fazem parte do processo criativo de um livro. Muitas vezes, deixamos que o pensamento de que não temos talento o suficiente para inovar nos impeça de começar sequer a tentar. Este tipo de atitude pode ter consequências prejudiciais à nossa vida profissional e até mesmo pessoal.

Enquanto eu fuçava algumas dicas sobre criatividade, acabei encontrando esse post no Universia de atitudes que bloqueiam a sua criatividade e achei super interessante, porque vejo muitos autores, geralmente iniciantes, cometendo esses mesmos erros e se prejudicando mais tarde. Eu acredito que seja super importante compartilhar essa informação.

1. Ter receio da opinião alheia. Não pense que tem que ser o especialista em alguma área específica para expor o seu trabalho. Se você tem ideias únicas, mostre-as. Ter receio da opinião alheia vai bloquear o seu processo criativo e impedi-lo de desenvolver a sua carreira da melhor maneira.

2. Não acreditar que é criativo. Pare de pensar que o seu trabalho não é suficientemente bom e que as outras pessoas têm ideias melhores que as suas. Acreditar nas suas competências é essencial para que elas possam ser aperfeiçoadas e, consequentemente, desenvolvidas. Por isso, evite pensar negativamente. Deixe de dizer que você não tem criatividade.

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Autopublicação: uma conquista ou uma humilhação?

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Eu faço autopublicação. Não que isso seja grande coisa. Não que eu seja exatamente a maior entendedora do assunto. Mas eu faço autopublicação e eu conheço esse mercado e muito bem, a propósito. E, principalmente, conheço quem faz parte dele.

A princípio, os autores que entram na autopublicação, são aqueles que estão cansados de escutarem o frequente “não” de editoras tradicionais, apenas porque o seu livro, supostamente, não segue a linha editorial ou o que a editora está procurando no momento. Mas também temos os outros autores que estão na autopublicação porque não querem depender das editoras para que seus livros sejam, finalmente, publicados.

Porém, o problema não é a intenção do autor, não é o desejo de publicar ou o mercado editorial limitado e extremamente seleto. O problema é a opinião a respeito daquela obra. Ela é boa como o autor diz? Se é tão boa assim, então por que nenhuma editora quis publicá-la? Por que o autor precisou pagar para que a obra fosse publicada?

E então, levantamos a questão polêmica: a autopublicação é uma conquista ou uma humilhação?

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Resenha: O Projeto Rosie, de Graeme Simsion

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Comprei esse livro na promoção louca da Saraiva de 50% tudo (inclusive minha alma pro diabo) e confesso que nem li a sinopse antes de colocar ele no carrinho ou depois. Eu lembro que escolhi ele porque pedi indicações de livros ou filmes mela cueca para assistir ou ler (sabe, em um desses dias em que você quer ficar em casa chorando pelo romance de tirar o fôlego que nunca teve e tomar sorvete) e alguém me indicou esse livro. E, como eu queria fechar uma quantia tal para a compra, lembrei da indicação e resolvi levar ele.

Sinopse

Don Tillman, 39 anos, musculoso e tão bonito quanto Gregory Peck, é professor de genética e nunca teve uma namorada. Em seu estrito cronograma de atividades, todas as tarefas são calculadas para garantir o menor desperdício de tempo. Nada de imprevistos ou de surpresas; diretrizes para que Don não precise recorrer às suas baixíssimas habilidades sociais. Mas, na busca pela esposa perfeita, ele vai precisar de muito mais que a ajuda do questionário que desenvolveu para selecionar candidatas. E, quando Rosie Jarman entra em seu escritório – um exemplar totalmente inadequado ao seu perfil -, o imprevisto, o impulso e a emoção passam a ser as novas regras.

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Quadro do Autor Nacional: “Acredite no amor, por favor”, crônica de Mirella Brizzi

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Acredite no amor, por favor

Há mais ou menos três anos, por conta de uma promoção no emprego, tive que mudar o meu horário no colégio. Estava no meu último ano do ensino médio, então, não seria tanto sacrifício. Não ficaria muito tempo nesta sala de aula, portanto não precisaria fazer novos amigos. Na mesma época, estava em uma fase de um relacionamento que chamo de “o começo do fim”, onde as brigas aumentam e a proposta de terminar fica cada vez mais atraente.

No começou das aulas foi tudo normal, como deveria ser. Fiquei um bom tempo sem conversar com ninguém da sala. Não sou antipática, na verdade sou apaixonada por pessoas. Adoro vê-las interagir, se expressar. Gosto de analisar a todos ao meu redor. O problema sempre foi minha interação com elas; não tenho jeito pra isso. Dificilmente, após tanto observar, alguma pessoa chame tanto minha intenção que eu me proponha a conhecê-la melhor.

Mas aconteceu naquela sala de aula. Havia uma menina, muito tímida, mas que já havia sido a mais popular da escola. E sempre escrevendo – ela escrevia a aula toda -, comecei a perceber que, de longe, eram as matérias dadas pelos professores. Fiquei curiosa para saber como aconteceu essa ascensão social e como uma garota que, antes, brilhava nos corredores, hoje se escondia tímida no fundo da sala e quais confidências escrevia sem parar.

Nunca juguei a maturidade de uma pessoa pela sua idade, mas sim por sua trajetória. Ana era nova, tinha 18 anos, mas guardava no coração a história mais bonita que ouvi até hoje. Ela era de uma religião específica e, nessa, aprendeu que seu primeiro amor seria o, então, seu marido.  E com essa visão de romantismo, conheceu Rodrigo.

Os dois eram da banda de sua igreja e se encontravam em todas as reuniões. Resolveram, então, começar sua jornada, conversaram com os pais e com a figura maior de sua instituição religiosa, e começaram a orar juntos para que Deus abençoasse seu relacionamento. A sua fé os juntava e, cada vez mais, amavam um ao outro.

Quando já quase completava um ano e iriam oficializar aquela união, houve a primeira briga. Algo bem banal, um havia ligado por outro e, por algum motivo, o outro não havia atendido. Ficaram três dias sem se falar; um tempo grande pra quem não se desgrudava.

Após esses dias, Ana não aguentou e resolveu engolir o orgulho e procurar Rodrigo, mas antes dela começar a discar, o telefone toca. Era a mãe de Rodrigo dizendo que ele não passou bem e que estava no hospital. Infelizmente o pior aconteceu e Rodrigo faleceu. Por causas indeterminadas pelos médicos; causas naturais.

O mundo de Ana acabou. Já não havia mais nada e o futuro que seria lindo e que tanto sonhava e planejava, havia desmoronado de repente. Largou a escola, passou um ano inteiro na mais profunda depressão. Deixou de frequentar as reuniões de sua igreja. Mas como ela mesma me relatou “nem por um minuto deixou de acreditar ou questionou a Deus”.

Após essa fase, encontrou ainda mais forças em sua fé e conseguiu voltar sua vida ao normal. Perguntei o que tanto escrevia, e ela me explicou; Apesar do ocorrido, ela não desistiria do amor, sabia que a pessoa certa estaria em seu caminho e se preparava pra isso. Escrevia todo dia cartas para seu futuro amor, e como estava sendo a sua jornada para encontrá-lo.

Então, me mostrou uma caixinha, parecida com um bauzinho. Onde havia papel de balas, recadinhos e as próprias cartas. Pude ler algumas, e elas enchiam meus olhos de lágrimas. Eu entendia o que a Ana sentia, pois vivi (e vivo) minha vida inteira assim. Não sei se por influência demais dos contos de fadas, mas sempre vivi à procura do meu príncipe encantado, do meu verdadeiro amor, do meu “felizes para sempre”.

Então, peço pra você, que agora conhece a historia da Ana, que não desista do amor. Mesmo se estiver no “inicio do fim”, não desista. Hoje, pode não ter dado certo, mas com alguém dará. O amor da sua vida está por aí, te esperando. E a estrada que te leva até ele, por mais tortuosa que seja, é o que fará o final feliz valer a pena.

Sobre a autora

Mãe, estilista, escritora para desabafos e sonhadora em tempo integral. Mirella Brizzi começou a escrever por conta do término de seu primeiro relacionamento e, desde então, tem sua vida contada o tempo todo, por ela mesma, em sua cabeça. Desde 2009, escreve o blog Mundo de Mika, onde diz ser seu “coração em palavras”. Acredita ser o amor a coisa mais importante dos quatro ventos. Viciada em Elvis Presley e vestidos, nasceu, claramente, na década errada.

Os 10 maiores erros que os escritores cometem ao fazer uma publicação direta

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Por Guy Kawasaki

Em 25 anos, eu escrevi 20 livros. Os dez primeiros foram publicados de maneira tradicional. Porém, quando a editora do meu livro Encantamento disse que não poderia cumprir o pedido de 500 cópias de eBook, decidi que eu mesmo iria publicar o meu próprio livro, What the plus!

Esta experiência me ensinou que a publicação direta é complexa, pessoal e desafiadora — como disse Steve Jobs, “Deve haver uma maneira melhor”. Então eu escrevi meu último livro, APE: Autor, Editor e Empresário — Como publicar um livro, para simplificar e otimizar o processo de autopublicação para outras pessoas.

Ao longo desta jornada, juntei uma lista com os 10 maiores erros que escritores, inclusive eu, fazem quando publicam diretamente seus livros. Aqui estão eles, pelo menos você poderá cometer novos erros ou evitar estes erros completamente.

1. Escrever pela razão errada: O erro mais comum ao escrever um livro é escrever para ganhar dinheiro. Estatisticamente, você está caminhando para a decepção. Ao invés disso, você deve escrever um livro por boas razões, por você ter algo de valor a dizer, porque você tem uma causa e quer passar adiante ou quer encarar o desafio intelectual de escrever um livro.

2. Não contratar um profissional de edição de texto: Quando terminei de escrever o APE, pensei que não havia erros. O editor encontrou 1400 — isto mesmo: mil e quatrocentos erros. Escrever e editar um texto são dois talentos diferentes, assim como o melhor vendedor não é o melhor gerente e o melhor jogador não é o melhor treinador.

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